Felicidade...

Felicidade...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A VERDADEIRA FELICIDADE

Um fósforo, um chocolate, uma xícara de café e um jornal...
Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que a gente conhece...
Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel...
Avistou um letreiro, parou e entrou!
Na recepção, uma moça o cumprimentou amavelmente.
Em poucos minutos, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado.
No quarto, uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo sobre a lareira, para ser riscado.
Era demais!
O homem que queria um quarto apenas para passar a noite, achou que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar.
A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, até então.
Quando retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Surpresa! Alguém havia se antecipado e, quando entrou, o fogo já ardia na lareira.
A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e um chocolate sobre cada um.
Que noite agradável aquela!
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro.
Saiu da cama para investigar.
Era uma cafeteira, ligada automaticamente por um timer, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia:

"Sua marca predileta de café. Bom apetite!"

Era mesmo!
Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntou qual a sua marca preferida!
Em seguida, ouviu um toque na porta.
Ao abrir, encontrou o jornal de todos os dias...
Como eles adivinharam?
Lembrou que a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantando, feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.
Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?
Apenas ofereceram um fósforo, um chocolate, uma xícara de café e um jornal.
Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.
Milhões são gastos em planos de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito.
Mudam embalagens, mas se esquecem das pessoas.
O valor das pequenas coisas conta, e muito.
Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento)...
Pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe.
Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que, na maioria das vezes, passam despercebidos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Vale a pena!!!

Vale a pena a tentativa e não o receio...
Vale a pena confiar e nunca ter medo...
Vale a pena encarar e não fugir da realidade, por mais difícil que ela seja...
Ainda que eu fracasse,vale a pena lutar...
Vale a pena discordar do melhor amigo e não apoiá-lo em suas atitudes erradas...
Vale a pena corrigi-lo...
Vale a pena encarar-me no espelho e ver se estou certo ou errado...
Vale a pena procurar ser o melhor...
Vale a pena perseverar, porque desta forma sua meta é alcançada.
Vale a pena ter fé em Deus, porque Ele é nosso Deus e jamais nos abandona!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Epitáfio

Quando eu era jovem e livre, sonhava em mudar o mundo.
Na maturidade, descobri que o mundo não mudaria.
Então resolvi transformar meu país.
Depois de algum esforço, terminei por entender que isto também era impossível.
No final de meus anos procurei mudar família, mas eles continuaram a ser como eram.
Agora, no leito de morte, descubro que minha missão teria sido mudar a mim mesmo.
Se tivesse feito isto, eu teria sido capaz de transformar minha família.
Então, com um pouco de sorte, esta mudança afetaria meu país e – quem sabe... o Mundo inteiro.


(Epitáfio inscrição tumular de um bispo da Abadia de Westminster, século XII)

**Já está mais do que na hora de aprendermos essa lição:
No mundo, só podemos mudar a nós...
E com essa mudança transformaremos tudo ao nosso redor, conseqüentemente ao mundo...
Então o que estamos esperando? Mãos à obra!!!
Tenha um dia repleto de "mudanças no mundo”... Evangelizando!!!!!!!!!!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MÃE

Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe querida, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração
Mãe solidão
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Pãe: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e nossa mãe.
Mãe, que sempre dá colinho
Mãe, que acolhe.
Ser Mãe, é carregar no colo seus filhos, como somos carregados por Jesus!!!!


by Pe Marcelo Rossi

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Declaração Luterana Sobre Maria

Um grupo de teólogos luteranos da Alemanha publicou um texto denominado Manifesto de Dresden, na revista Spiritus Domini. Alguns trechos dizem:


"Em Lourdes, em Fátima e em outros santuários marianos, a crítica imparcial se encontra diante de fatos sobrenaturais, que tem relação direta com a Virgem Maria, seja mediante as aparições, seja por causa das causas milagrosas solicitadas por sua intercessão. Estes fatos são tais que desafiam toda a explicação natural."

Sabemos, ou deveríamos saber, que as curas de Lourdes e Fátima são examinadas com elevado rigor científico por médicos católicos e não-católicos. Conhecemos a praxe da Igreja Católica, que deixa transcorrer vários anos antes de declarar alguma cura milagrosa. Até hoje, 1200 curas ocorridas em Lourdes foram consideradas pelos médicos cientificamente inexplicáveis, todavia a Igreja Católica só declarou milagrosas 44 delas.

Nos últimos 30 anos, 11 mil médicos passaram por Lourdes. E todos eles, qualquer que seja a sua religião ou posição científica, tem livre acesso ao Bureau des Constatatione Medicales. Por conseguinte, uma cura milagrosa é cercada das maiores garantias possíveis. Qual é, pois, o sentido profundo destes milagres no plano de Deus? Bem parece que Deus quer dar uma resposta irrefutável à incredulidade dos nossos dias. Como poderá um incrédulo continuar a viver de boa fé na sua incredulidade diante de tais fatos? E também nós, católicos evangélicos, podemos ainda, em virtude de preconceitos, passar ao lado destes fatos sem nos aplicarmos a um atento exame?

Uma tal atitude não implicaria grave responsabilidade para nós? Por que um cristão evangélico pode ter o direito de ignorar tais realidades pelo fato de se apresentarem na Igreja Católica e não na sua comunidade religiosa? Tais fatos não deveriam, ao contrário, levar-nos a restaurar a figura da Mãe de Deus na Igreja Evangélica? Somente Deus pode permitir que Maria se dirija ao mundo, através de aparições. Não nos arriscamos, talvez a cometer um erro fatal, fechando os olhos diante de tais realidades e não lhes dando atenção alguma?

Cristãos evangélicos da Alemanha, deveremos talvez continuar a opor-lhes recusa e indiferença? Continuaremos a nos comportar de modo que o inimigo de Deus nos mantenha em atitude de intencional cegueira? Não deveremos talvez abrir o nosso coração a esta luz que Deus faz brilhar para a nossa salvação?

Tal problema evidentemente merece exame, não deve ser afastado de antemão, por preconceito, pelo único motivo de que tais curas são apresentadas pela Igreja Católica. Uma tal atitude acarretaria grave dano para nós mesmos e para o mundo inteiro. Grande responsabilidade nos toca. Temos o direito de examinar tais fatos. Não nos é possível passar ao largo e encampar tudo no silêncio. Hoje, em alguns países, está em causa a existência mesmo do Cristianismo. Seria o cúmulo da tolice ignorarmos a voz de Deus, que fala ao mundo pela mediação de Maria, e dar-lhes as costas unicamente porque Ele faz ouvir sua voz através da Igreja Católica. Como quer que seja, não podemos calar por muito tempo sobre tais realidades.

Temos que examiná-las, sem preconceito, pois é iminente uma catástrofe. Poderia acontecer que, rejeitando ou ignorando a mensagem que Deus nos faz chegar através de Maria, estejamos recusando a última graça que Ele nos oferece para a nossa salvação.

É, por isso, um dever muito grave para todos os chefes da Igreja Luterana, e para outras comunidades cristãs, examinar tais fatos e tomar uma posição objetiva. Este dever impõem-se também pelo fato de que a Mãe de Deus não foi esquecida somente depois da Guerra dos 30 anos e na época dos livres pensadores da metade do século XVIII. Sufocando no coração dos evangélicos o culto da Virgem, destruíram os sentimentos mais delicados da piedade cristã.


No seu Magnificat, Maria declara que todas as gerações a proclamarão bem-aventurada até o fim dos tempos. Todos nós verificamos que esta profecia se cumpre na Igreja Católica e, nestes tempos dolorosos, com intensidade sem precedentes. Na Igreja Evangélica tal profecia caiu em tão grande esquecimento que dificilmente se encontra algum vestígio da mesma.

Lutero honrou Maria até o fim de sua vida; santificava suas festas e cantava diariamente o Magnificat. Perdeu-se na Igreja Evangélica, em tempos posteriores à Reforma, todas as festas a Maria e tudo o que nos trazia sua lembrança. Estamos padecendo as conseqüências dessa herança de receio e temor. Entretanto, Lutero nos diz que nunca poderemos exaltar suficientemente a Mulher que constitui o maior tesouro da Cristandade depois de Cristo.

É, portanto, um profundo desejo de meu coração poder ajudar agora a que, da nossa parte, católicos evangélicos, Maria seja novamente amada e venerada como a Mãe do Nosso Senhor. E isso corresponde ao testemunho da Sagrada Escritura e também ao que o reformador protestante Lutero indicou. O temor de diminuir a glória de Jesus foi a causa de que as Igrejas Evangélicas se negassem à Maria a veneração e os louvores devidos.

Entretanto, temos que afirmar que, através da justa veneração que aos apóstolos e a ela corresponde, multiplica-se a glória e o louvor ao Senhor, porque foi Ele que a elegeu (e a fez) pela Sua Graça um instrumento seu. Jesus espera que veneremos Maria e a amemos. Assim nos diz a Palavra de Deus e esta é, portanto, a Sua Vontade. E só aqueles que guardam a Sua Palavra são os que amam verdadeiramente a Jesus (Jo 14, 23)."